"Porque somos seres finitos, temos a tendência de perceber o infinito à luz de nossas próprias limitações"
John MacArthur
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Esperança e suas filhas
"A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las."
Santo Agostinho
Santo Agostinho
sexta-feira, 21 de junho de 2013
A arte de abrir mão
"Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” – a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial."
Rubem Alves
Sobre Protestos e Alternativas
Protesto não deve ser apenas a política da denúncia. Ao contrário, deve mostrar o caminho para a transformação pessoal e social. O poder do protesto não está em sua raiva, mas em seu convite. A prova do protesto é se ele aponta e abre o caminho para mudança ou simplesmente denuncia o estado atual. Quando o protesto é algo tanto instrutivo como construtivo na sociedade, ele torna-se algo com o qual é preciso lidar, e não apenas algo que deve ser meramente contido.(...)
Nós nunca devemos ficar satisfeitos com o mero protesto ou reclamação sobre as coisas que acreditamos estarem erradas. Pelo contrário, devemos fazer o trabalho mais difícil, mais criativo e, em última instância, mais profético, de encontrar e oferecer alternativas (...).
A mudança clara do protesto às alternativas poderia alterar o quadro político do debate. Protesto e manifestantes são facilmente anulados. Ainda que a tradição nobre e necessária de protesto cidadão deve, naturalmente, continuar, ela deve sempre apontar na direção de conectar concretamente alternativas políticas viáveis que realmente podem resolver os problemas diante de nós. Oferecer prognósticos promissores é o que há de melhor em nossas tradições de dissidência e protesto. Dizer "sim", e não apenas "não", dá aos líderes políticos algo para considerado e debatido, e não apenas algo para deter. E alternativas oferecem aos cidadãos algo para defender e não apenas algo para se opor. A alternativa política traz mais energia e possibilidades para o debate público do que a oposição política pode por si só. Ser "a favor de" é simplesmente melhor do que apenas ser "contra". E isso, em última análise, será mais bem sucedido.
Jim Wallis, cristão ativista político e autor de muitos livros, dentre eles God's Politics (A Política de Deus) e The Great Awakening: Reviving Faith and Politics in a Post-Religious Right America (O Grande Avivamento: Revivendo Fé e Política na América Pós-Direita Religiosa).
Nós nunca devemos ficar satisfeitos com o mero protesto ou reclamação sobre as coisas que acreditamos estarem erradas. Pelo contrário, devemos fazer o trabalho mais difícil, mais criativo e, em última instância, mais profético, de encontrar e oferecer alternativas (...).
A mudança clara do protesto às alternativas poderia alterar o quadro político do debate. Protesto e manifestantes são facilmente anulados. Ainda que a tradição nobre e necessária de protesto cidadão deve, naturalmente, continuar, ela deve sempre apontar na direção de conectar concretamente alternativas políticas viáveis que realmente podem resolver os problemas diante de nós. Oferecer prognósticos promissores é o que há de melhor em nossas tradições de dissidência e protesto. Dizer "sim", e não apenas "não", dá aos líderes políticos algo para considerado e debatido, e não apenas algo para deter. E alternativas oferecem aos cidadãos algo para defender e não apenas algo para se opor. A alternativa política traz mais energia e possibilidades para o debate público do que a oposição política pode por si só. Ser "a favor de" é simplesmente melhor do que apenas ser "contra". E isso, em última análise, será mais bem sucedido.
Jim Wallis, cristão ativista político e autor de muitos livros, dentre eles God's Politics (A Política de Deus) e The Great Awakening: Reviving Faith and Politics in a Post-Religious Right America (O Grande Avivamento: Revivendo Fé e Política na América Pós-Direita Religiosa).
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Um pouco de James K.A. Smith
"Nada é tão importante para nossa caminhada com o Senhor, como bons amigos. Penso que Deus nos dá bons amigos como sacramentos - meios de graça concedidos a nós como indicadores da presença de Deus e canais para nossa santificação… Nada dá continuidade a Encarnação como a amizade cristã."
"Como qualquer aspecto do discipulado cristão, a peregrinação da fé nunca deve ser um assunto privado e solitário."
"Nada é mais importante para o discipulado e a maturidade teológica do que bons amigos."
James K.A. Smith em Letters to a Young Calvinist
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