domingo, 25 de setembro de 2011
Misturar tudo, será que é uma boa?
sábado, 23 de julho de 2011
O verdadeiro encontro

quarta-feira, 29 de junho de 2011
Mr. Bean na Igreja
terça-feira, 19 de abril de 2011
Amigos dão significado à vida

sábado, 11 de setembro de 2010
Essa igreja não existe mais
Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.
Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum) – os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo à disposição de todos.
Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.
Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.
Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.
O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje." (Mt 6.9) estava respondido, e diariamente.
Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.
Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.
Essa Igreja não existe mais!
Ariovaldo Ramos
retirado do blog da FLAM
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
O dom da unidade
A unidade entre as pessoas é um reflexo da unidade de Deus.
Quando Jesus reza pela unidade (João 17, 21), Ele pede ao Pai que aqueles que crêem nele, que está em perfeita comunhão com o Pai, façam parte dessa unidade. Continuo a ver em mim próprio e nos outros como nos esforçamos por ser unidos, focando toda a nossa atenção uns nos outros e tentando descobrir o ponto onde nos possamos sentir unidos. Mas ficamos muitas vezes desiludidos, quando vemos que nenhum ser humano é capaz de nos oferecer o que mais desejamos. Esta desilusão pode tornar-nos facilmente amargos, cínicos, exigentes e até mesmo violentos.
Jesus chama-nos a procurar a nossa unidade com e através dele. Quando dirigimos primeiramente a nossa atenção interior não para os outros mas para Deus, a quem pertencemos, então sim, descobriremos que em Deus também pertencemos uns aos outros.
A amizade mais profunda é a que tem Deus como mediador; os mais fortes laços matrimoniais são os mediados por Deus.
Henri Nouwen, em "A Caminho de Daybreak"
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Mais uma que espero que seja profética
A Deus Somente A Glória,
Ricardo A. da Silva
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Uma Parábola Da Igreja
A Deus Somente A Glória,
Ricardo A. da Silva
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Amizades Espirituais
Earl C. Willer conta a história de Jim e Phillip, dois meninos que cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Atravessaram a adolescência e a juventude juntos, e depois de formados na universidade decidiram ser tornar marines, os fuzileiros navais norte-americanos. Pro uma casualidade rara, foram enviados para a Alemanha e lutaram lado a lado em uma das mais cruéis batalhas da Segunda Guerra Mundial. No meio da batalha, sob fogo cruzado, explosões e muitas perdas, receberam ordem do comandante para que recuassem. Enquanto corriam em fuga, Jim percebeu que Phillip não estavam com os que voltavam. Entrou em pânico, pois sabia que se Phillip não retornasse em um dois minutos, provavelmente nunca mais o faria. Pediu ao comandante para que o deixasse voltar para buscar o amigo, mas não obteve permissão, sob a justificativa de que seria suicídio.
Arriscando a própria vida, Jim desobedeceu à ordem e voltou ao encontro de Phillip. Com o coração quase explodindo e sem fôlego, sumiu entre a fumaça, gritando pelo nome do amigo. Poucos instantes depois, tinha o amigo ferido nos braços, e tudo quanto conseguiu foi presenciar o último suspiro de vida de Phillip.
Ao regressar para juntar-se aos outros soldados, o comandante estava aos berros. Dizia que aquele fora um ato impensado, tolo, inconseqüente e inútil. “Seu amigo estava morto, e não havia nada que você pudesse fazer.” ”O Senhor está errado”, replicou Jim. “Cheguei a tempo. Antes de morrer, suas ultimas palavras foram: ‘Eu sabia que você viria’”.
Esta história pequena e verídica, registrada por John Maxwell em seu livro “The theasure of a friend”, conduziu-me a muitas reflexões a respeito da amizade genuína e despertou em mim alguns sentimentos extraordinários. Vivemos a era da tecnologia, em que o valor de todas as coisas deriva de sua funcionalidade e eficiência. Tudo ao nosso redor vai aos poucos se tornando maquina de manipulação a serviço de nosso conforto e conveniência. Experimentamos um tipo de tecnostress, tentando equilibrar uma parafernália eletrônica que nos oprime com sues botões e suas falsas promessas de facilitação e simplificação da vida.
A maneira que nos relacionamos com os objetos é transferida para as pessoas. Organizamos a agenda como quem ajeita um painel de controle, colocando cada pessoa num lugar de fácil acesso, do outro lado de um botão de celular ou a alcance da mão, na exata distância entre o mouse e a remessa do e-mail. Pessoas que acionamos quando bem desejamos ou dela necessitamos. Pessoas que se tornam biotecnoparafernálias com a missão literal de funcionar para nos suprir e servir.
Talvez de tão acostumados a interagir com secretárias eletrônicas já não saibamos o que fazer, com que tom falar, com que dosagem de afetividade temperar a fala quando alguém de carne que osso nos atende. E assim vamos tocando os dias: maridos usando esposas, filhos usando pais, patrões usando funcionários, pastores usando seus rebanhos, empreendedores usando seus clientes, numa fila interminável de relacionamentos utilitaristas, que acontecem dinâmica de um vice-versa sem fim.
Com isso, perdemos a capacidade de estar ao lado desinteressadamente mesmo quando a única coisa que se pode fazer é estar ao lado. Manipuladores de máquinas, formos mordidos pelo vírus da onipotência que a tudo pretende fazer funcionar, e já não admitimos que há momentos na vida dos quando tudo o que podemos fazer é estar ao lado e ouvir: ”Eu sabia que você vivia”.
Larry Crabb fala sobre a comunidade como “o lugar mais seguro da Terra”, e diz que nos tornamos consertadores – não podemos suportar um problema a respeito do qual nada podemos fazer. Nossa preocupação é melhorar as coisas. Ouvimos desabafos e confissões entre lágrimas e os rotulamos como se fossem problemas a resolver. Ocupamo-nos em diagnosticar, abrimos nossas maletas de frases feitas e chavões como quem saca ferramentas, tecnobisturis para consertar tecnopessoas que recebemos não para abraçar, mas para estender sobre o balcão da pseudo-oficina psico-espiritual.
Chega de campanhas políticas, apelos institucionais, convocações para a “obra do Senhor”, atividades religiosas e frenesi expansionista. Já é hora de pagar o preço, qualquer que seja ele, diz Crabb, de fazer parte de uma comunidade espiritual, e não uma organização eclesiástica. Já é hora de nos lembrarmos que “não sois máquinas, homens é que sois”, como profetizou a pedra chamada Chaplin. Quero amigos. Amigos que voltem ao de batalha e arrisquem a vida por mim. Amigos que voltem ao campo de batalha e arrisquem a vida por mim. Amigos que me tomem nos braços, ainda que seja quase tarde. E quero viver a altura de cada um deles.
Ed Rene Kivitz
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
A Unidade Como um Fim
Após a ceia comunitária, conjunta, ecumênica – no sentido evangélico da palavra – programaram uma reunião para pastores e líderes com o objetivo de falar sobre as vantagens da unidade. Coube-me o privilégio de falar sobre o tema “A unidade e a evangelização”. Ao elaborar o que haveria de falar, comecei, obviamente, a tentar entender a relação entre uma coisa e outra. Como não poderia deixar de ser, recorri à oração de Jesus Cristo registrada pelo evangelista João, no capítulo 17 do livro que leva o seu nome, principalmente os versículos que se sucedem a partir do versículo 20, que diz: “não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim, e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.”
Procurei, nestes dois versículos (20 e 21, de João 17), trabalhar o que deveria ser a minha fala. Entretanto, tão logo comecei a trabalhá-los me dei conta de que, historicamente falando, unidade e evangelização não são necessariamente complementares entre si. Isso não é difícil de provar, tendo em vista que há milênios estamos divididos. Contudo, a igreja continua a crescer, o Evangelho continua a ser pregado, às pessoas continuam a se converter. Então eu me dei conta de que unidade não é conditio sine qua non para uma evangelização eficaz. A evangelização tem ocorrido e produzido o adensamento da Igreja, a despeito de todas as divisões que sabidamente temos sofrido, por motivos que variam dos mais nobres aos mais mesquinhos, ao longo de nossa história.
O pior é que parece que o apóstolo Paulo concorda comigo, pois, em Filipenses, capítulo 1, do versículo 15 ao versículo 18, ele diz: “Alguns efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias. Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei”. Em outras palavras, o apóstolo Paulo está ratificando o que temos dito, que evangelização e unidade não são conseqüentes, entre si, ou interdependentes. Pode haver evangelização sem que haja um mínimo de unidade, até mesmo em termos de intenção de alcançá-la. Isto é o que a História tem nos ensinado e, segundo testemunho do apóstolo Paulo, desde priscas eras da Igreja cristã.
O que, então, evangelização tem a ver com unidade? Creio que, em termos de operacionalização, muito pouco. E acho que o que os irmãos mineiros, de fato, estavam buscando, não era a relação entre evangelização e unidade, mas sim, a relação entre evangelização e união. Nesse caso, não há dúvida de que esforços conjuntos, promovidos por igrejas unidas num só propósito, facilitariam, e muito, a evangelização de qualquer cidade. Por exemplo, a cidade poderia ser dividida em áreas, e cada área ser alocada para uma igreja, de modo que esta se responsabilizasse pela evangelização de todos os indivíduos que habitam na sua proximidade. É óbvia que isso não só apressaria o trabalho de evangelização da cidade como o tornaria factível. Há exemplos históricos disso, não só no Brasil, mas também, no Exterior. Aqui no Brasil, um dos exemplos mais eficazes foi o da evangelização de Santo André, encabeçada pela Primeira Igreja Batista de Santo André, quando o pastor Bartimeu era, então, o pastor titular daquela comunidade. Ele logrou envolver um grande número de igrejas evangélicas de Santo André no projeto e foi exatamente o que fez: dividiu a cidade em regiões e alocou uma para cada igreja, ou denominação, ou grupo de igrejas, o que, obviamente, não só acelerou como o tornou possível.
Mas é óbvio que união e unidade não são exatamente a mesma coisa. Unidade fala de um só pensar, de um só sentir, de um único desejo e consciência. É algo muito profundo. A unidade fala de um homem coletivo, enquanto que a união fala da soma de esforços, da conjugação de esforços, da organização de esforços, independente do que sentem ou do que pensam individualmente os participantes (conjugados).
Temos então que concluir que, do ponto de vista operacional, evangelização prescinde da unidade. Mas, quando observo a oração de Jesus Cristo, me dou conta de que se a operacionalização da evangelização pode prescindir da unidade, o resultado da evangelização não o deveria. E por quê? Porque no versículo 20, do capítulo 17, do Evangelho de João, Jesus Cristo, diz: “não rogo somente por eles, mas também por aqueles que vierem a crer em mim por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim, e eu em ti, também sejam eles
Eu penso que é disso mesmo que estamos falando. Quando falamos de unidade da Igreja, não estamos falando de uma opção eclesiológica, ou de uma forma de ser Igreja, mas falando da Igreja na sua essência. Porque Jesus Cristo, em Sua oração, parece não ver a Igreja de outra forma, senão, como uma grande unidade humana. Daí Sua oração para que todos os que vierem a crer n´Ele, adensem essa unidade, já preexistente em relação àqueles que vão chegar. Dessa forma podemos perceber que “unidade”, para Jesus Cristo, é uma questão de essência. O que é a Igreja? Igreja é a unidade humana restaurada por Jesus Cristo. E parece-me que esse foi o grande objetivo de Jesus Cristo, ao ir à cruz. A gente pode perceber isso em Efésios, capítulo 2, versículo 15, onde está afirmado: “aboliu na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz, e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.”
O que estes dois versículos, o 15 e o 16, do capítulo 2 de Efésios, estão nos dizendo? Que o grande propósito da vinda de Jesus Cristo ao mundo e de Sua subida ao madeiro era criar uma unidade humana que Ele chamou de Igreja – a Sua Igreja. Dá-nos, portanto, a impressão de que a visão de Jesus Cristo era muito maior que a Salvação de indivíduos, isoladamente, e muito maior do que a transformação destes mesmos indivíduos – porque, como é sabido, o movimento da salvação é duplo: de um lado ele tira o sujeito do inferno e, do outro, tira o inferno do sujeito. Mas esta informação de Efésios parece nos dizer que não pára aí, porque, se parasse, estaríamos falando de algo meramente individual. Efésios, contudo, aponta-nos para o coletivo. Inclusive, a Bíblia de Jerusalém traduz este trecho, “um novo homem” como “um só novo homem” que, na minha opinião, é a tradução que capta o sentido mais profundo desta afirmação paulina. Ou seja, Jesus Cristo veio ao mundo para restaurar a unidade humana que foi quebrada no Éden, quando da rebelião da raça.
A impressão que este texto nos passa, portanto, é que Igreja, para Jesus Cristo, é o homem coletivo; que o grande objetivo de Jesus Cristo é ter um corpo de pessoas, como Igreja, que não apenas se amem, mas que, por tanto se amarem, tornam-se um só homem. Que têm, em si, inclusive como Paulo aconselha, um mesmo sentimento – “tende em vós”, diz ele, “um mesmo sentimento” – que, como Paulo também aconselha, referindo-se às duas irmãs que estavam em litígio, pensam a mesma coisa e são permeados pela mesma consciência, uma vez que o Cabeça, o Cérebro, e a Consciência da Igreja é Cristo.
Na Igreja, assim, as pessoas já se vêem como extensão umas das outras – ou ao menos deveriam, – mesmo porque, por definição, são “membros uns dos outros” – o grande corpo de Cristo. A própria figura do corpo já nos aponta para esta realidade: a realidade da harmonia, da unidade, a realidade do homem coletivo que tem a Jesus Cristo como cabeça.
Portanto, evangelização está intrinsecamente ligada à questão da unidade, não necessariamente pela operacionalização, mas, pelo seu propósito de convocar e agregar o maior número possível de seres humanos à unidade humana que Jesus Cristo implantou, e que chamou de “Sua Igreja”.
Agora parece claro que, se o propósito da evangelização é o adensamento da unidade, era de se esperar que o movimento que leva esta mensagem de conversão aos seres humanos fosse caracterizado justamente pela unidade. Portanto, a unidade dá credibilidade à evangelização, e conseqüentemente, dá testemunho da obra de Cristo. Parece-me que é isto é o que está explícito na afirmação de Jesus Cristo em Sua oração ao Pai, quando Ele coloca a unidade como condição para que o mundo creia que Ele foi enviado pelo Pai. É uma colocação fortíssima, e nos leva a considerar que, se a unidade não é imprescindível para a operacionalização da evangelização, ela é imprescindível para que essa operacionalização goze de crédito, e mais, para que a evangelização, de fato, revele tudo o que Jesus Cristo gostaria de ver revelado a respeito de Sua obra a Seu próprio respeito. Jesus Cristo veio para restaurar a unidade humana, unidade esta que, uma vez restaurada, tornar-se-ia a casa viva do Deus vivo, porque um deus vivo tem que morar numa casa viva.
Assim, a Igreja, ao evangelizar, não apenas chama os homens à unidade, como está obrigada a evangelizar a partir da unidade, porque é na unidade que ela revela, de fato, o grande projeto de Jesus Cristo. Hoje, quando pregamos o Evangelho, a partir de nossas divisões e idiossincrasias, o que comunicamos sobre Jesus Cristo é que Ele está dividido; que Ele não consegue manter o Seu povo unido; que Ele, no mínimo, não conta com a fidelidade de todo o Seu povo. Porque, ainda que o Seu desejo explícito seja a unidade de Seu povo, ainda que o Seu clamor seja pela unidade, ainda que o propósito da Sua obra tenha sido a formação de uma unidade humana. Seus filhos não se submetem à Sua vontade, não se abrem a essa unidade proposta por Jesus Cristo. Pelo contrário, cada vez mais se dividem e por, cada vez, menos. É claro que a evangelização vai continuar a acontecer, que as pessoas vão continuar a se converter, até porque a conversão do ser humano é uma obra da graça de Deus e um ato soberano de Deus. Mas não há a menor dúvida de que esta evangelização está comprometida. Ele não revela a verdadeira natureza do projeto de Jesus Cristo, e ela não testemunha de Jesus Cristo o que Ele gostaria de ver testemunhado; ela não fala do grande projeto de Cristo que é a grande unidade humana, unidade esta, que tornaria possível ao homem a expressão de Deus Triuno.
Por isso, unidade e evangelização, realmente, têm muito a ver. A unidade é a base da evangelização, e é o fim, o propósito da evangelização. Além do que o Senhor Jesus Cristo deixa claro que a unidade é um lugar. Ele afirma, na Sua oração ao Pai, uma relação. Ele diz: “para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu
Ariovaldo Ramos
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Esse é o Corpo, esse é o Sangue...
Ricardo A. da Silva